é... eu aprendi que algumas pessoas não vão ficar pra sempre na nossa vida. E ele não ficou.
Ainda é complicado pra mim pensar que não deu certo. Mas tudo isso aumentou meu testemunho sobre o Evangelho e me deixou mais forte. Sei que o Senhor tem um grande amor por mim, um amor que eu não consigo entender, e sei que ele vai me dar as bençãos que Ele prometeu. Não sei como, nem quando, se será nessa vida. Sei que tenho muuuito a fazer, por muita gente. e penso em ter uma linda família eterna. Sonho com coisas que estavam na minha mão e voou. é estranho sonhar em casar, ter alguem que vai cuidar de mim, que vai me fortalecer qndo eu precisar, e que eu vou cuidar e fortalecer. E vamos trabalhar na igreja juntos, vamos fazer atividades na nossa casa, vamos ao Templo... eu tive uma parte disso, e acabou tão rápido, não deu tempo de ser como eu sonhava. E agora, voltei a sonhar com isso. Aaah e como eu queria que fosse tudo isso, com ele.
terça-feira, 14 de agosto de 2012
sábado, 10 de dezembro de 2011
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
você nunca sabe o que está procurando antes de você encontrar.
eu encontrei ele e ele me encontrou. Ai a gente percebeu que a gente sempre procurou por isso.
Ele é encantador. É meu amigo, meu companheiro, a parte que me faltava.
E hoje eu sei, eu entendo que o amor é puro, é o que me faz bem. é tranquilo. Vem de Deus.
Regis Eduardo Silveira, a ti, entrego meu coração.
Preciso de você, como ao ar!
meu futuro é você.
eu encontrei ele e ele me encontrou. Ai a gente percebeu que a gente sempre procurou por isso.
Ele é encantador. É meu amigo, meu companheiro, a parte que me faltava.
E hoje eu sei, eu entendo que o amor é puro, é o que me faz bem. é tranquilo. Vem de Deus.
Regis Eduardo Silveira, a ti, entrego meu coração.
Preciso de você, como ao ar!
meu futuro é você.
sábado, 6 de fevereiro de 2010
Dia 6 de fevereiro!Não são só os vivos que tornam nossos dias especiais.!
Hoje, eu pinto minha vida como numa tela. Seria fantastico se assim se fizesse por completo.
Se eu pudesse descrever todos os sentimentos que explodiram de mim, e o melhor, os sentimentos que vieram sobre mim, esses sim foram inexprimiveis.
Mas se fosse possível pintar uma tela e ressaltar todas as emoções desse dia maravilhoso, aah, eu não desenharia nada. Isso mesmo, deixaria assim, alí parada uma tela branca, do branco mais puro e iluminado que pode existir.
Hoje, vi minha auto- confiança abalar e cair por terra, mas foi bom! ela se transformou em algo maior, confio agora, de novo, em algo maior que eu. Alguém que eu nunca vi, mas senti!
Minha força foi suprimida e... Lágrimas. Lágrimas de que...?
Deixaria branco, porque branco significa pureza, me lembra o céu, e uma Linda Casa Branca, na qual eu estive hoje, e pude ajudar alguém relamente especial!
Se eu pudesse descrever todos os sentimentos que explodiram de mim, e o melhor, os sentimentos que vieram sobre mim, esses sim foram inexprimiveis.
Mas se fosse possível pintar uma tela e ressaltar todas as emoções desse dia maravilhoso, aah, eu não desenharia nada. Isso mesmo, deixaria assim, alí parada uma tela branca, do branco mais puro e iluminado que pode existir.
Hoje, vi minha auto- confiança abalar e cair por terra, mas foi bom! ela se transformou em algo maior, confio agora, de novo, em algo maior que eu. Alguém que eu nunca vi, mas senti!
Minha força foi suprimida e... Lágrimas. Lágrimas de que...?
Deixaria branco, porque branco significa pureza, me lembra o céu, e uma Linda Casa Branca, na qual eu estive hoje, e pude ajudar alguém relamente especial!
quinta-feira, 3 de dezembro de 2009
Fantasma da ópera, da vida
Quem nunca ouviu, que ouça!
Queria acreditar ainda que, tem sim um fantasma no meu armário
e que se eu não me proteger, ele vai me pegar.
Seria bom se eu ainda pudesse durmir de luz acesa
acreditar nos monstros invísiveis que me atormentavam na infância
eles sempre iam embora quando alguém ligava a luz.
Agora, eles ficam alí, com a luz acesa também.
Quem aqui não tem um grande fantasma da vida no armário da emoção?
se não há nenhum medo, não há pelo que lutar e tentar vencer. Não há desafio ou emoção.
Existe o vazio.
Mas seria bom se eu não tivesse medo de tudo
Queria acreditar ainda que, tem sim um fantasma no meu armário
e que se eu não me proteger, ele vai me pegar.
Seria bom se eu ainda pudesse durmir de luz acesa
acreditar nos monstros invísiveis que me atormentavam na infância
eles sempre iam embora quando alguém ligava a luz.
Agora, eles ficam alí, com a luz acesa também.
Quem aqui não tem um grande fantasma da vida no armário da emoção?
se não há nenhum medo, não há pelo que lutar e tentar vencer. Não há desafio ou emoção.
Existe o vazio.
Mas seria bom se eu não tivesse medo de tudo
Onde eu estava todo esse tempo? sem escrever nem aqui, nem nos meus diários ?
A sensação é de que, eu perdi a inspiração...
Mas assim é a Primavera, aprendemos que ela volta, se cortarmos alguns galhos. E volta tão linda e majestosa. Como se o inverno não tivesse acontecido e ela estivesse sempre alí.
Vale a pena escrever!
Não escrever coisas que as pessoas se interessem em ler. É melhor fazer coisas que valham a pena escrever (Entendeu?)
Haaha.
Tô tentando pensar em algo que valha a pena escrever, mas não tá rolando...
tempos sem escrever, enferrujada :/
A sensação é de que, eu perdi a inspiração...
Mas assim é a Primavera, aprendemos que ela volta, se cortarmos alguns galhos. E volta tão linda e majestosa. Como se o inverno não tivesse acontecido e ela estivesse sempre alí.
Vale a pena escrever!
Não escrever coisas que as pessoas se interessem em ler. É melhor fazer coisas que valham a pena escrever (Entendeu?)
Haaha.
Tô tentando pensar em algo que valha a pena escrever, mas não tá rolando...
tempos sem escrever, enferrujada :/
terça-feira, 28 de abril de 2009
epílogo
Os meses passam voando. Atravessam as fronteiras do tempo com a velocidade que imprimimos através dos nossos desejos. Um dia acordamos e pronto: tudo aquilo que nos fazia mal ficou no passado. A má notícia é que o que foi bom também fez questão de ficar no espaço-tempo que agora é memória. Resta-nos, então, contabilizar o saldo e transformá-lo em algo que possa ser traduzido futuramente pelo reducionismo do bom ou ruim. Ontem era expectativa, gana, ânsia e determinação. Hoje, tudo parece meio ridículo. Algo entre o infantil e o infanticídio da alma. Crescemos. E dentro de nós, tudo aquilo que deveria ter amadurecido se torna repentinamente frágil e tolo. Fecharam-se as cortinas de velho veludo vermelho. De repente as paredes já não são mais tão históricas, as cadeiras nem tão sensíveis e o palco já não é mais tão facilmente iluminado. Salvou-se a acústica. O som que ecoa pelos vãos da fala ingênua e passional. Que vaza nas entrelinhas dos interesses que jamais soubemos que existia. Das picuinhas e artimanhas ensaiadas nos bastidores pelos ratos – legítimos donos. Do riso fez-se o espanto – para a contrariedade do poeta. Chorar é tão óbvio, tão banal que não vale as cativas. Não mobiliza os incentivos e não atrai a atenção do público. Primeiro ato: Sonhar é possível, acreditar também. Segundo ato: Dar murros em pontas de faca faz as mãos sangrarem e os nós dos dedos tornarem-se brancos de indignação. Intervalo. É hora de se alimentar, de renovar as forças. É tempo de beber da fonte inesgotável de lágrimas e salivas, de afagos e sorrisos equivocados. Ao terceiro sinal, o derradeiro ato: O tragicômico desfecho. Descobre-se os cupins, os fantasmas que de ópera nada entendem, que transformam o dano em dolo. Descobre-se a madeira envelhecida, os camarins e os espelhos que refletem a maquiagem borrada do último palhaço. O palhaço, enfim, fecha sua velha maleta ainda repleta de tintas sem uso, de gliter e lantejoulas. Os artefatos que provocaram riso esfacelaram na última apresentação. A maleta, entretanto, está tão mais pesada do que na chegada. Por onde sair? Sabemos da porta anterior que se despediu de tantos cenários, de tantos artistas e personas. Há, porém, o caminho inclinado e ladeado pela platéia silenciosa e vazia. Há mais cortinas vermelhas e a fonte outrora majestosa... Por onde sair? Repito. Há quem se inclinar reverenciando o aplauso que parece dizer: vencemos? Terei iguais platéias em outros palcos ainda que distantes? Poderei selecioná-las como faço agora? Como removerei a maquiagem para refazê-la e assim fazer-me irreconhecível e anônima? Olha eu novamente idealizando a ribalta. Sairei simplesmente. Como quem vai comprar pipocas. No intervalo dos atos. Na calada da cena. No despertar da magia, rumo à realidade. Mambembe. Serei Saltimbanco. Construirei uma carroça onde depositarei todos os meus pertences e sonhos. Viajarei aglutinando iguais e rechaçando oponentes. O farei com arte. Sem luzes, sem teto, sem estabilidade e sem escolher a platéia. Melhor, sem escolher o texto ou o roteiro. Sem confiar em personagens familiares. São viciados e corrompidos. São feios e charlatões. São uma farsa! Deixarei de ser estrela no céu escurecido pela ambição para voltar a ser monólogo. Daqui por diante, dirijo a mim mesma. Sem olhar para trás, intuirei o ruir das velhas paredes e ouvirei os gritos de Bravo! Bravo! Enfim, de volta a cena como coadjuvante de minha própria história. Respeitável Público...
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